sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Sonhos

Sonhos não se perdem. As vontades, os desejos não morrem. Talvez por força e necessidade do momento são postos de lado, afinal como dizem "precisamos viver a vida real". Mas a verdade é uma só, eles ficam "lá", guardados, a espera e das duas uma: ou se transformam em magoas ou retomam com uma intensidade que nada os seguram. É por essa segunda alternativa que tenho revivido os sonhos. 

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Jogada

Como pecinhas de um jogo qualquer movimentam-me às segundas, quartas e sextas. Usam palavras tão convincentes que mal percebo e mesmo que aos domingos, terças e quintas eu anteceda as jogadas, chega o dia "d" e estou eu lá: estática, pensativa e ultrapassada, sendo envolvida em um manto de mentira, envolvida em uma jogada que já aconteceu. Resta apenas eu e a fatídica esperança de, quem sabe, conseguir inverter todo o jogo, afinal não é sempre que ao termino do jogo conseguirão mudar as regras. 

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domingo, 2 de agosto de 2015

Olhos e olhares

Confesso! Tenho uma tara (é a melhor palavras para representar) por olhos e olhares. E quando sou pega nesse fogo cruzado de olhares intenso quase esqueço como é respirar. Se dizem que os olhos são as janelas da alma posso dizer que quero me jogar em algumas com muita freqüência. 

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Das não mudanças e das transformações

Tenho um medo absurdo de gradativamente ir tornando-me alguém com aquela tendencia a dizer a fatídica frase:  não vai mudar nunca. 
Não tenho muitos medos, mas este de me deixar vencer pelo sistema dá pesadelos. Ainda sou daquelas que esbraveja diante das injustiças, que se inconforma, e que mesmo impotente em vencer muitas batalhas, ainda acredito que é possível. Que um dia venceremos o jeitinho fundado na ilegalidade, na sustentação da desigualdade, ou seja, que a transformação pode acontecer. 
Não quero tornar-se essa pessoa passiva, desistente, não quero! 

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terça-feira, 23 de junho de 2015

Ingenuidade

Toda vez eu repito a mesma coisa: não baixar a guarda, não confiar. Mas há sempre o porém, existem pessoas tão habilidosas em nos envolver que mal percebemos e lá vai: confiamos. E é fatal, elas fazem o de sempre, uma bela apunhalada. E lá vai nós de novo: não confiar. O que deve ser humanamente impossível, afinal sempre queremos acreditar que é possível gente boa. 

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Das injustiças

Doí na pele as injustiças. Doí no corpo a sensação de impotência. Doí ver ser desvelado o descaso, o discriminação e as preferencias em razão de um corpo, de uma cor, de uma carteira. Doí demais, mas doí mais ainda compreender que as pessoas que executam as atitudes discriminatórias, as injustiças, tem a plena convicção de que são intocáveis perante qualquer poder.   

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domingo, 7 de junho de 2015

Já longe

Ontem
Nós, all star, camisetas e jeans. 
Inseparáveis.
Hoje
Eu, você, ternos, vestidos, gravatas, sapatos. 
Ausentes.   

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domingo, 12 de abril de 2015

Vício em espirais

 Essa caixinha que engrena, que movimenta a vida, arquitetou um grande escorregador de curvas sinuosas por onde derrama-se os meus pensamentos. E os dias são um verdadeiro desafio à concentração. Já na noite vem a fruição do prazer do vício pelas espirais. 

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Privilégios no lugar de direitos.

Tem aquele dia que acordamos, que tomamos o café, que saímos para mais uma rotina e prontos para viver tudo aquilo que foi planejado. E de repente o planejado é invertido e tudo muda, os amigos tornam-se os inimigos e os direitos tornam-se privilégios. E a gente se desespera porque o errado, o injusto não pode prevalecer. E a gente se afoga porque o silencio dos outros perpetua o privilegio da minoria e a impotência é quem finaliza o dia. E isso é tão doido.

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domingo, 5 de abril de 2015

Foi-se aquele dia

E teve um dia que me afoguei em magoas. E teve um dia que foi difícil descortinar as palavras. E eu não vim mais. 
E teve um dia que eu permiti que todos fossem maiores que os meus sonhos. E foi nesse dia que eu desisti das palavras. 
Mas sempre há o dia de ressurgir, assim como há o dia de faze-los engolir todas as minhas palavras. 

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Declaração de amor.

É estranho conviver com uma emoção que não controlo. 
Sei que quimicamente algo acontece. Que fisicamente meu corpo reage. Que racionalmente tento o controle. E que o simples som de uma voz tem a habilidade de perturbar todo meu centro. 
E a culpa é única e exclusivamente sua porque é você quem assumiu o controle das emoções.  

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domingo, 29 de junho de 2014

Dessas tantas palavras que cabem no silêncio

Como esquecer alguns sentimentos? Mesmo que não ditos sabemos que estão ali, que existem ali, em uma dimensão tão particular e infinita! Lembro do muito que era dito enquanto ficávamos em silencio: os olhos se buscavam e se entregavam, uma unica sintonia pulsante. Doloroso e extasiante. 

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

É sinal

Eu já sabia, melhor, já sentia: aconteceu você. E o problema foi ter permitido que você tomasse todo esse espaço. Já não tenho pensamentos soltos, pois todos são nominados e lhe pertencem, já não tenho sonhos, apenas sonho e é com você! 
E agora eu, que como palavras quando te vejo, peço um pouco de atenção, peço a sua voz e os seus olhos. Peço pequenos segundos, poucos, pequenos e gigantes detalhes de você.  

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terça-feira, 3 de junho de 2014

Sempre mudanças

E de repente a vida se fez e faz diferente. Escuto com frequência que mudei, que estou diferente, que meu sorriso ficou lindo, que os olhos brilham mais, e tantas outras palavras a mais. Gosto de ouvi-las, mas gosto, principalmente, de sentir a mudança. Gosto de chegar no final do dia e sentir pulsar em mim felicidade, gosto dos sorrisos que nascem espontaneamente quando, gosto da mudança, gosto de estar seguindo o meu caminho...o MEU caminho. Descobri, de repente, que gosto de ser feliz. 

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Tempos

Eu guardei a carta por muitos anos. Talvez na esperança de te entregar, talvez como garantia de que a mantendo, também manteria o sentimento...em vão. 
Do primeiro olhar e do coração batendo acelerado já foram 20 anos. Que já não nos reconhecemos, nem em olhares e nem em afinidades, já são 16 anos. 
E tempo correu doloroso, impetuoso, mas resolveu: acalmou o peito. Já carta, embora tenha demorado, foi ao lixo tem 5 anos, deixando mais uma vez o coração limpo.  

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