terça-feira, 23 de setembro de 2014

Declaração de amor.

É estranho conviver com uma emoção que não controlo. 
Sei que quimicamente algo acontece. Que fisicamente meu corpo reage. Que racionalmente tento o controle. E que o simples som de uma voz tem a habilidade de perturbar todo meu centro. 
E a culpa é única e exclusivamente sua porque é você quem assumiu o controle das emoções.  

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domingo, 29 de junho de 2014

Dessas tantas palavras que cabem no silêncio

Como esquecer alguns sentimentos? Mesmo que não ditos sabemos que estão ali, que existem ali, em uma dimensão tão particular e infinita! Lembro do muito que era dito enquanto ficávamos em silencio: os olhos se buscavam e se entregavam, uma unica sintonia pulsante. Doloroso e extasiante. 

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

É sinal

Eu já sabia, melhor, já sentia: aconteceu você. E o problema foi ter permitido que você tomasse todo esse espaço. Já não tenho pensamentos soltos, pois todos são nominados e lhe pertencem, já não tenho sonhos, apenas sonho e é com você! 
E agora eu, que como palavras quando te vejo, peço um pouco de atenção, peço a sua voz e os seus olhos. Peço pequenos segundos, poucos, pequenos e gigantes detalhes de você.  

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terça-feira, 3 de junho de 2014

Sempre mudanças

E de repente a vida se fez e faz diferente. Escuto com frequência que mudei, que estou diferente, que meu sorriso ficou lindo, que os olhos brilham mais, e tantas outras palavras a mais. Gosto de ouvi-las, mas gosto, principalmente, de sentir a mudança. Gosto de chegar no final do dia e sentir pulsar em mim felicidade, gosto dos sorrisos que nascem espontaneamente quando, gosto da mudança, gosto de estar seguindo o meu caminho...o MEU caminho. Descobri, de repente, que gosto de ser feliz. 

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Tempos

Eu guardei a carta por muitos anos. Talvez na esperança de te entregar, talvez como garantia de que a mantendo, também manteria o sentimento...em vão. 
Do primeiro olhar e do coração batendo acelerado já foram 20 anos. Que já não nos reconhecemos, nem em olhares e nem em afinidades, já são 16 anos. 
E tempo correu doloroso, impetuoso, mas resolveu: acalmou o peito. Já carta, embora tenha demorado, foi ao lixo tem 5 anos, deixando mais uma vez o coração limpo.  

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Thá

Cabe em mim sorrisos, 
                              suspiros  
                                  e perfumes,
Se forem seus.
                                                Lagrimas, 
                                                        tristezas 
                                                               e as dores,
Se forem suas.



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domingo, 5 de janeiro de 2014

Em 2013 vivi tão intensamente que deixei meu Hospício de lado. Foi tanta coisa que aconteceu na vida real que ele que já me é tão importante foi ficando de lado, quase esquecido. Troquei o virtual pelo real mesmo, onde vivi, sorri, chorei e amei, mesmo que em silêncio e a distância. 
Cresci, amadureci, fui feliz. Feliz de uma forma que nunca experimentei e imaginei que pudesse ser. 
Em 2013 experimentei todas as emoções e acho que pela primeira vez me senti completa. 
E agora, já em 2014, espero a mesma intensidade de 2013, mas também com a volta para meu Hospício. 

  

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sábado, 14 de setembro de 2013

Desabafos

Passei por um período que eu era mais infeliz do que feliz. Não me sentida bem comigo, com a vida, com as pessoas, com as minhas relações. Mas isso passou. Tem uns quatro anos que mudei muito e, consequentemente, muita gente não curtiu a mudança, afinal, aprendi a falar não, a impor minha vontade, a curtir o que eu era e sou, e isso não é de todo bom aos olhos de alguns familiares e amigos. E apesar dessa não aprovação e apoio, consegui resgatar minha identidade e autoestima, afastei aquela sensação que sempre tinha de ser uma perdedora, aquela sensação de desespero de quem se afoga. E fazia tempo também que não sentia a sensação de derrota, mas, hoje, chego em casa com o peito arrasado, com a vontade de desistir daquilo que me deu o "gás" para prosseguir. Hoje experimento aquela sensação que pensei ter abandonado: a vontade de não existir. 
É um dia difícil... Um dia que precisa de desabafos.     

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Queria ter as palavras certas para te convencer...
...queria te ter.

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domingo, 10 de março de 2013

Daquela sensação menor

As vezes eu sinto que não posso te merecer. Que você está em um patamar e eu em outro. Que a vida nos afasta. Que sou menos...
As vezes bate essa sensação de ser menor. 
As vezes passa rápido, mas as vezes...

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Da minha sequência apaixonada

Não sei como é com vocês, mas comigo quando me apaixono passo por algumas fases bem características, ridículas  e cheias de clichês. E eu acho tão, mas tão patético, que eu evito a todo custo me apaixonar. Mas enfim, vamos a descrição das ações/fases. 
1 - Total euforia:
Essa fase termina na descoberta da paixonite, mas até chegar no: Ai meu deuso, que faço? A fase passa pela euforia, que é aquela sensação, ou quase necessidade de desencadear uma conversação com o outro. Basicamente é um falatório,  em geral sem sentido, direcionado ao "objeto" amado, onde há uma falha entre atos preparatórios e execução, pois na minha cabeça o dialogo é lindo, porem quando expelido...
Seria algo como falar e falar e falar e falar e não deixar o outro falar, resultando em um monologo com uma temática totalmente sem noção, e que em geral, o outro não precisava saber.   
Depois da reflexão feita diante do ridículo que apresentei, chego a conclusão de que é paixão. 
2 - Total silêncio:
A pergunta "por que fui falar isso?" fica rondando o pensamento as 72h subsequentes ao falatório sem sentido. Daí vem a vergonha, vem a construção hipotética das possíveis impressões causadas no outro, e a certeza de que lhe acham a imbecil, o que resulta na procura por um buraco que caiba eu e a minha vergonha. Tudo isso resulta em um o silêncio sem sentido e constrangedor quando encontro o ser amado, porque a unica coisa que consigo pensar é na frase: não vá falar besteira! 
3 - Total gagueira:
Depois do "gelo" na pessoa amada vem a fase da cagueira. Nessa fase as palavras saem como se fossem os batimentos cardíacos, ou seja,  ritmados, espaçados. É um tal de tentar falar para impressionar e gaguejar! A sensação de imbecilidade só aumenta quando percebo um risinho nascer nos lábios do outro, mas mesmo que o sorriso cause suspiros pela lindeza, ve-lo faz com que me sinta a mais patética das criaturas da face da terra. É inevitável. 

O que vem depois é ou a desistência ou as tentativas de mostrar para a paixonite que eu, apesar dos atrapalhamentos, posso ser um bom partido. E por esses dias confesso que tenho tentado mostrar minhas qualidades, apesar das imbecilidades feitas nas fases iniciais. Quem sabe eu não consigo reverter as impressões causadas, não? 


      

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Entre noites

Eu que não sonhava agora te tenho em sonhos todas as noites. 
E sempre acordo quando percebo a sua ausência. 

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Simples assim

Tem gente que nasce triste e não há nada que consiga modificar essa tristeza.

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domingo, 23 de dezembro de 2012

Medo

Vou expor um pouquinho da minha vida nesse final de ano, tá? 
Amei por muito tempo meu primeiro namorado. Foram anos, muitos anos mesmo, amando uma única pessoa. Amei intensamente, mas não vivi esse amor. Ficamos juntos pouco tempo, mas o importante é que eu o amava e o amei por anos. E isso foi doloroso demais. Doeu tanto que eu fingia que não amava mais nada, e eu fugia de relacionamentos e mentia que não me importava com muita coisa, o que era uma mentira gigante porquê eu me importava sim. E eu imaginava que, talvez, o tempo me ajudasse a esquece-lo, o que não aconteceu. O que aconteceu foi que me apaixonei de novo, e de repente me percebi amando, e de uma forma tão limpa e linda que chega a doer, mas daquelas dores boas. Redescobri que é uma delicia agoniante amar e sentir o ar sumir quando alguém diz o nome da minha paixão. Sensações puras, plenas e pulsantes.  
Mas o triste disso tudo sabe o que é? Eu tenho um medo gigante de contar como é ter uma orquestra no peito para essa pessoa. Eu tenho um temor imenso de expulsa-la da minha vida. Um pavor que ela descubra o que sinto e me diga somos apenas amigos. Medo de ouvir essa frase, medo de não bastar como pessoas, medo... 
Medo: coisa mais besta essa sensação. 

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Desses dias

Eu tive que me fazer forte. Foi preciso endurecer o coração e fazer o peito calar as lágrimas que marcavam a pele. 
Foi necessário. Minha história me impôs isso como condição de sobrevivência
E hoje me importo menos com algumas coisas, menos com palavras. Hoje me cerco de pessoas que reservam a mim afeto, carinho e amor. 
E apesar de tudo tem dias que todo o ódio gratuito cai sob meus ombros, que o coração diminui e as lagrimas correm manchando minha pelo. 
E esses são dias tão difíceis. 

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  ©Template Blogger Writer II by Dicas Blogger.

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